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Aprovado o Plano Estratégico 2023-2026 do CEDECA Ceará

Em Assembleia Geral Extraordinária, associadas e associados aprovaram no último sábado (28/01) o novo plano e as últimas modificações do Regimento Interno da Instituição.

O Plano Estratégico é um documento síntese de um processo mais amplo e que se estrutura a partir das causas institucionais, indicando os resultados a serem alcançados no quadriênio, seus indicadores, metas, macroatividades e estratégias associadas.

Agradecemos a presença e o empenho das associadas e associados nesse momento importante para a atuação do CEDECA Ceará na luta por garantia de direitos de crianças e adolescentes.

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Participamos da Bienal do Livro. Confira como foi

O CEDECA Ceará participou da 14ª edição da Bienal Internacional do Livro do Ceará, realizada entre 11 a 20 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará. A convite do professor Fábio Delano participamos de duas atividades ligadas ao tema Livro Técnico e Acadêmico.

No dia 16/11, facilitamos a oficina “Juventude, Participação e Produção do Conhecimento”, que contou com público expressivo de adolescentes e jovens. No dia 19/11 (sábado) lançamos duas publicações do CEDECA Ceará, já disponíveis no nosso site:

  1. Cartilha “A experiência do CEDECA Ceará na incidência em Orçamentos Públicos”;
  2. Caderno temático sobre Meio Aberto do 5º Relatório do Monitoramento do Sistema Socioeducativo Cearense, pesquisa realizada em parceria com o Fórum Permanente das Organizações Não-Governamentais de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Fórum DCA Ceará).

Saiba mais sobre nossa participação nos vídeos gravados pela nossa equipe

Confira nossa banquinha de materiais durante o evento 

 

 

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CEDECA constrói política de igualdade racial

O CEDECA Ceará está finalizando a construção da Política de Igualdade Racial (PIR) da organização. Foram diversos encontros em 2022 em que a equipe técnica se reuniu para debater a temática do enfrentamento ao racismo. Até o fim do ano, deve ser aprovada a versão final da Política.

Acreditamos que a prática de posturas antirracistas em um país como o nosso deve se dar em todos os âmbitos, incluindo os espaços institucionais das organizações da sociedade civil. Mônica Oliveira, educadora e consultora de desenvolvimento institucional e enfrentamento ao racismo, contou pra gente um pouco sobre o processo de elaboração da PIR. Confira no vídeo abaixo:

Na avaliação de Mônica, a iniciativa do CEDECA Ceará pode  influenciar outras instituições a fazerem processos similares, o que tem impacto no combate ao racismo no Brasil

“É preciso destacar que a natureza do trabalho que o CEDECA realiza e o perfil do público com o qual o CEDECA trabalha são os principais elementos que têm um peso nessa decisão do CEDECA de construir uma política de promoção da igualdade racial. O CEDECA trabalha com públicos majoritariamente negros e daí trabalhar a dimensão racial, trabalhar a perspectiva de combate ao racismo, é fundamental para que o trabalho do CEDECA tenha cada vez mais efetividade”, descreve a educadora.

Mônica cita como pontos positivos do processo, a construção coletiva envolvendo todo o conjunto da equipe, os diferentes núcleos, debatendo as diferentes expertises e a experiência acumulada de vários setores da instituição.

“O CEDECA dá um sinal politicamente de peso quando assume a incorporação da perspectiva racial e estabelece estratégias de combate ao racismo, porque o CEDECA é uma instituição de referência nacionalmente, que também tem uma atuação no nível internacional, com a defesa dos direitos de crianças e adolescentes”, aponta Mônica Oliveira.

Amanda Oliveira, assessora jurídica do CEDECA Ceará, explica que o processo de construção da política começou no início do ano, com a formação de uma comissão de igualdade racial formada exclusivamente por pessoas negras. O trabalho levou em conta as dimensões interna e externa do trabalho, envolvendo o público atendido, os parceiros e as relações institucionais

“A partir do trabalho dessa comissão, foi possível articular processos formativos, assim como momentos de discussão, que visaram sobretudo estabelecer as diretrizes dos objetivos do que queremos com essa política”, detalha Amanda.

 

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Anistia Internacional lança em Fortaleza a campanha “O Ministério tem que ser público”.

A Anistia Internacional, o CEDECA Ceará, as Mães do Curió, as Mães da Periferia, o Fórum Popular de Segurança Pública e a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa foram recebidos nesta segunda (07/11) pelo Procurador-Geral de Justiça, Manuel Pinheiro Freitas, na sede do Ministério Público do Estado do Ceará.

A reunião foi o primeiro encontro de uma série de audiências que debatem o papel do Ministério Público em garantir o controle externo e participativo da atividade policial. Nesta segunda e terça (08/11), a Anistia Internacional Brasil traz a Fortaleza a campanha “O Ministério tem que ser público”.

Documentário. Nesta segunda (07/11), houve também exibição do documentário “Descontrole – O Ministério Público no Centro  das Atenções” na Universidade Federal do Ceará, atividade realizada em parceria com o Laboratório de Estudos da Violência (LEV). Haverá uma segunda exibição nesta terça (08/11), às 14h, na Assembleia Legislativa. Assista ao trailer aqui:

Para Alexandra Montgomery, diretora de Programas da Anistia Internacional Brasil, é fundamental que a sociedade civil esteja articulada e que entenda o funcionamento do Ministério Público: “O nome da nossa campanha sintetiza a  nossa mensagem: o Ministério Público precisa ser público. Se não for o caso, perde-se o  sentido de sua existência. É o MP que representa a sociedade. É uma instituição que precisa estar aberta para o diálogo e a colaboração. O que temos no Brasil hoje é um padrão de assassinatos de jovens negros e pobres por agentes do estado. O quadro é o mesmo no Ceará, assim como em todos os estados pelos quais já passamos com nosso debate público.

Precisamos entender as causas por trás dos desvios das polícias e atuar para corrigir”. Mara Carneiro, coordenadora geral do CEDECA Ceará, destaca que a parceria entre o CEDECA Ceará e a Anistia é fundamental para colocar a realidade das violações de direitos no Ceará no bojo dos debates nacionais”. O Ceará tem um alto índice de mortes por intervenção policial, inclusive sinalizando a nordestinalização desse tipo de violência. É preciso romper a invisibilidade que o Nordeste como um todo vivencia quando se trata de violação de direitos humanos”, destaca.

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KNH visita CEDECA Ceará

O CEDECA Ceará recebeu na quinta-feira (13) a visita de uma comitiva da Kindernothilfe (KNH), agência de desenvolvimento alemã voltada aos direitos de crianças e adolescentes. Johannes Miksch, Cintia Schett e Flávia Regina estiveram na sede da organização cearense e em um dos territórios onde são realizadas atividades apoiadas pela KNH.

A comitiva discutiu, com os/as profissionais, sobre o atual contexto de políticas públicas para crianças e adolescentes, os desafios para a garantia de direitos e a continuidade de parcerias institucionais. A secretária-executiva da Coalizão Pela Socioeducação, Thaisi Bauer, também participou do encontro e apresentou para a KNH um balanço do trabalho que vem sendo realizado com apoio da agência europeia.

No Centro Cultural Chico da Silva, onde o CEDECA Ceará realiza um trabalho territorial em parceria com a Sociedade da Redenção, uma programação preparada pelos adolescentes de coletivos assessorados pelo CEDECA Ceará recepcionou os membros da comitiva. Eles participaram da Feira do Soma Sempre, uma metodologia que permite a troca de conhecimentos e partilha de experiências entre grupos por meio da exposição como em uma feira, em que cada participante conta sua história a partir de sua banquinha. Em seguida, em círculo, adolescentes e jovens dos coletivos detalharam como suas vidas têm sido impactadas pelas ações do CEDECA Ceará financiadas pela Kindernothilfe (KNH).

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Equipe se reúne para construção da política de igualdade racial

A equipe do CEDECA Ceará se reuniu nesta quinta e sexta (18 e 19 de agosto) para a Oficina de Construção da Política de Igualdade Racial da organização. É o segundo momento este ano em que a equipe técnica se junta para debater a temática do enfrentamento ao racismo. O primeiro encontro aconteceu em abril. Estão previstos outros dois encontros até o fim do ano, momento em que deve ser aprovada a versão final da Política de Igualdade Racial do CEDECA Ceará.

Agradecemos imensamente a facilitação desse processo, tão importante para nossa construção coletiva, feito pela Mônica Oliveira, educadora e consultora de desenvolvimento institucional e enfrentamento ao racismo. Acreditamos que a prática de posturas antirracistas em um país como o nosso deve se dar em todos os âmbitos, incluindo os espaços institucionais.

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