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Equipe se reúne para construção da política de igualdade racial

A equipe do CEDECA Ceará se reuniu nesta quinta e sexta (18 e 19 de agosto) para a Oficina de Construção da Política de Igualdade Racial da organização. É o segundo momento este ano em que a equipe técnica se junta para debater a temática do enfrentamento ao racismo. O primeiro encontro aconteceu em abril. Estão previstos outros dois encontros até o fim do ano, momento em que deve ser aprovada a versão final da Política de Igualdade Racial do CEDECA Ceará.

Agradecemos imensamente a facilitação desse processo, tão importante para nossa construção coletiva, feito pela Mônica Oliveira, educadora e consultora de desenvolvimento institucional e enfrentamento ao racismo. Acreditamos que a prática de posturas antirracistas em um país como o nosso deve se dar em todos os âmbitos, incluindo os espaços institucionais.

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CEDECA Ceará recebe visita do Fundo da ONU para Vítimas de Tortura

O CEDECA Ceará recebeu no último dia 10 de agosto a visita do Fundo Voluntário das Nações Unidas (ONU) para Vítimas de Tortura. Desde 2018, a equipe do CEDECA presta assessoria jurídica e psicossocial às vítimas de tortura e seus familiares, com apoio do Fundo ONU. O atendimento do CEDECA nessa temática busca interromper a situação de violência, reparar direitos e responsabilizar os agressores, quando possível. O trabalho é desenvolvido em articulação com o Sistema de Garantia de Direitos, incluindo os órgãos do Sistema de Justiça.

Durante a visita, o oficial de projetos do Fundo, Tomás Anania Neuburger, avaliou que o aporte da ONU permitiu ao CEDECA ampliar o campo de atuação e oferecer, atualmente, uma atenção integral às/aos sobreviventes de tortura.

“Acredito que a atenção às vítimas que o CEDECA oferece é excelente, com instalações físicas muito adequadas e espaços de atenção especializados. Creio que a organização tem uma equipe muito profissional, preparada, e isso é fundamental para oferecer uma boa qualidade de atenção às vítimas”, aponta Tomás.

Em 2022, o CEDECA realizou atendimento de 39 casos individuais de adolescentes vítimas de tortura. Desse total,16 são adolescentes em privação de liberdade. Além disso, assessorou 25 familiares de vítimas de tortura.

CEPCT

Atualmente, o CEDECA Ceará ocupa a presidência do Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura (CEPCT Ceará), e realiza também ações de incidência na temática.

O CEPCT tem atuado para a aprovação da Lei Estadual que irá instituir o Sistema Estadual de Prevenção e Combate à Tortura e que criará o Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura. A sociedade civil e o CEPCT têm realizado ações na pauta, sobretudo para garantir o andamento e aprovação da minuta do projeto de lei, atualmente em trâmite interno na Casa Civil do Governo do Estado do Ceará.

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Assembleia de associadas/os elege diretoria e conselho fiscal

❤💪🏽😌 Realizamos, na última quinta (15/04), a Assembleia Anual de Associadas e Associados do CEDECA Ceará de modo virtual. Foi um encontro para encher de vigor, fôlego e esperança nossa caminhada de 2021. Fica aqui nosso agradecimento por toda energia e apoio emanados, mesmo à distância, para que a equipe continue a peleja diária para garantir direitos de crianças e adolescentes.⠀

🗓Uma vez por ano, associadas/associados se reúnem para aprovação do relatório financeiro e relatório de atividades do CEDECA Ceará. A cada dois anos, nova diretoria e conselho fiscal são escolhidos para representar o corpo de associados/associadas da organização. Na foto, alguns/algumas dos membros que participaram. Toda nossa alegria com esse momento não coube no retrato, mas deixamos nossos abraços para todas/todos associadas e associados!⠀

🗳 Para o biênio 2021-2023, foram reconduzidos/eleitos à Diretoria os seguintes membros:⠀
Márcio Alan Moreira – Presidente (reconduzido)⠀
Eliane Lopes – Tesoureira (eleita)⠀
Nadja Furtado – Secretária (reconduzida)⠀

🗳 Para o biênio 2021-2023, foram reconduzidos/eleitos ao Conselho Fiscal os seguintes membros:⠀
Idevaldo Bodião (reconduzido)⠀
Ivna Girão (reconduzida)⠀
Jairo Ponte (eleito)⠀

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Mortes no socioeducativo do Ceará: até quando?

Mais uma vida interrompida em um lugar que deveria oferecer proteção, educação e novas oportunidades. Na última sexta (18/10), o adolescente Pablo Oliveira da Silva, de 17 anos, foi encontrado morto no Centro Educacional Patativa do Assaré (CEPA). É a oitava morte em unidades do sistema socioeducativo do Ceará desde novembro de 2017. A gente se pergunta quantas mortes vão precisar se repetir para que se mude esse cenário. Até quando vamos contabilizar mortes de jovens, em sua maioria pobres, negros e de periferia no Ceará?

O Governo do Estado precisa dar uma resposta e se responsabilizar por assassinatos e outras formas de violência no sistema socioeducativo. Afinal, é papel do Estado garantir a integridade física desses adolescentes, independentemente de quem venha a atentar contra suas vidas.

A privação de liberdade é imposta a esses adolescentes como forma de responsabilização pela conduta infracional. Não cabe à socioeducação impor outras violências, como castigos físicos, por exemplo. De modo oposto, cabe à socioeducação garantir os direitos dos adolescentes. O direito à vida é o mais básico deles.

O CEDECA Ceará vem denunciando, desde 2008, o quadro de barbárie do sistema socioeducativo. Vale lembrar que o CEPA, onde aconteceu a morte mais recente, foi alvo de medida cautelar da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) diante da incapacidade do Estado de garantir condições mínimas de proteção. O governador do Estado, Camilo Santana, precisa explicar à sociedade cearense o que tem sido feito, afinal, para preservar o direito à vida dos adolescentes sob custódia do Estado.

Basta de mortes no socioeducativo!
Deixa a juventude viver!

CEDECA Ceará
Fortaleza, 19 de outubro de 2019.

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Resultado final da seleção para Assessoria de Desenvolvimento Institucional

Publicado em 04/10/19

O CEDECA Ceará torna público o resultado final da seleção para vaga de assessoria institucional, finalizada a fase de entrevistas.

A candidata escolhida para a vaga foi: Elizabeth Ferreira Cruz

Reiteramos o agradecemos pelo interesse dos/das candidatos/as que enviaram currículo para a seleção.

Fortaleza, 4 de outubro de 2019.

 


Publicado em 01/10/19

O CEDECA Ceará torna público o resultado da primeira fase da seleção para vaga de assessoria institucional.

As selecionadas  para a segunda fase, com os respectivos horários para a entrevista, são:

8h- Carolina Telles Wirtzbiki
8h30 – Elizabeth Ferreira Cruz
9h – Erbenice Ribeiro de Mesquita

As entrevistas acontecem nesta quinta-feira (03/10) na sede do CEDECA Ceará. Agradecemos o interesse dos/das candidatos/as que enviaram currículo para a seleção.

Fortaleza, 1° de outubro de 2019

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Publicado em 10/09/19

O CEDECA Ceará recebe até o dia 22 de setembro de 2019  inscrições para a vaga de Assessoria de Desenvolvimento Institucional.

As inscrições serão realizadas via internet, seguindo especificações contidas edital da vaga (acessar arquivo abaixo).

É preciso ter formação em nível superior para se candidatar à vaga. O/a profissional irá atuar em conjunto com a Coordenação Geral e Coordenação Colegiada na implementação da gestão administrativo-financeira do CEDECA, sendo responsável pelos processos de coordenação administrativa e financeira de projetos, planejamento e monitoramento da organização, entre outras atividades.

Para se candidatar à vaga de Assessoria de Desenvolvimento Institucional é preciso enviar e-mail para o endereço cedeca@cedecaceara.org.br com os seguintes arquivos:

  • Currículo
  • Carta de exposição de motivos, com base no perfil desejado

É necessário especificar no campo assunto do e-mail:  “SELEÇÃO DI 2019”, exemplo: “SELEÇÃO DI 2019: Candidata Maria Fernanda Albuquerque”. O envio da documentação incompleta ou fora das datas elencadas implicará no indeferimento da inscrição.

Todas as informações sobre a seleção podem ser acessadas no seguinte edital:

EDITAL_SELEÇÃO_PROFISSIONAL_DI 2019

 

 

 

 

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Exposição “Nomes” busca enfrentar uma ferida na história de Fortaleza

Com informações de divulgação da Exposição.

Segue até o dia 20 de novembro a visitação gratuita da exposição Nomes, que propõe momentos de memórias de vida, de confronto com a violência institucional do Estado e de persistência de lutas. A abertura da exposição está marcada para este sábado (05/10), no Sobrado José Lourenço (Rua Major Facundo, 154 – Centro, Fortaleza).

A chacina no bairro do Curió, em Fortaleza, foi o ponto de partida que gerou os trabalhos expostos ao longo de dois andares do Sobrado. No episódio, policiais encapuzados assassinaram onze adolescentes, na noite do dia 11 para 12 de novembro de 2015. A data foi marco de uma violenta intervenção externa na história de um bairro construído em comunidade.

Em um processo de realização coletiva, a exposição busca criar no espaço de um museu elaborações diante da dor e um fortalecimento das lutas já em curso contra a violência institucional. Reunindo documentação histórica, rememoração, performances de si, testemunhos do passado recente e trabalhos artísticos, a exposição busca enfrentar uma ferida na história da cidade, encarando ações de violência que extermina a juventude e, sobretudo, sustentando o ininterrupto gesto de afirmação da vida.

O trabalho mobilizado em Nomes tem um de seus pilares na escuta de mães que perderam seus filhos durante a chacina e em tantos outros acontecimentos de violência institucional do Estado e que persistem uma luta por justiça e por afirmação de uma memória viva. Esse encontro com as mães desencadeou um dos trabalhos instalativos que poderá ser visto na exposição. Pensada como uma roda de conversa, a obra convida cada visitante do museu a se colocar num trabalho atento de escuta das histórias singulares contadas pelas mães, que retomam memórias de infância, de afeto e de sonhos, entremeadas com  a necessidade de elaborar sobre o processo de perda e sobre a obstinada força para reclamar por reparação jurídica e para combater as repetições históricas de crimes dos agentes do Estado. Junto à memória presentificada pelas palavras e gestos das mães, outro espaço convida a mergulhar nas fotografias de família, que carregam a força de nos lembrar, em suas texturas e cenas, as histórias de cada jovem.

Na insistência da vida, duas salas são compostas por trabalhos artísticos que sublinham a potência da arte como força cotidiana. Em um desses espaços, onze atrizes e atores performam suas histórias, transitando entre o pessoal e o coletivo. Em outra sala, quatro artistas do Curió assinalam a variedade expressiva de uma intervenção no presente, que é diária e que insiste na construção da história de um bairro – feito, já em suas bases, da cooperação mútua e da composição de comunidade.

Em conjunto com os processos artísticos e de escutas das memórias de vida, o espaço expositivo também se transforma em lugar para retomar documentos daquilo que não se pode esquecer, para que não seja deixado impune. É assim que o museu também se torna lugar para abrigar uma memória pública, retomada já nas esferas midiáticas, como gesto de sustentar o necessário confronto com a violência do Estado.

A exposição Nomes fica em cartaz durante dois meses e é um projeto apoiado pelo Edital das Artes da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e pela Vila das Artes da Prefeitura Municipal de Fortaleza. Na composição do processo, o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará (CEDECA-CE), o Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência (CCPHA), o Fórum Popular de Segurança Pública do Ceará, a Casa Avoa e tantos outros foram parceiros decisivos nessa construção.

Exposição Nomes

Local: Sobrado José Lourenço (Rua Major Facundo, 154 – Centro)

Terça a sexta das 9h às 17h

Sábado das 9h às 14h

Entrada gratuita

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